sábado, 5 de dezembro de 2009

REVELAÇÃO


Quando eu criei este Blog, algumas pessoas me questionaram o motivo do nome. Achei até engraçado porque percebi que a imaginação das pessoas é realmente espetacular, pois cada uma imaginava um motivo mais louco que o outro. Alguns inclusive não me questionaram, afirmaram: “Tenho certeza que você deu esse nome por causa disso assim, assim...”

Dei muitas galhadas na ocasião devido a essas afirmações, muitas vezes, infundadas. A verdade é apenas uma - na verdade são duas, uma a real e a outra do que poderia ser -, mas vou colocar aqui uma lista das coisas que eu imagino estarem difíceis na vida de todos nós.

Tenho certeza de que muitos de vocês se verão em alguma das situações listadas e terão até outras mais.
Tá difícil mesmo:

- arrumar um bom emprego;
- se sentir seguro nessa cidade perigosa;
- passar em concurso, vestibular ou em alguma outra prova;
- ter tempo para arrumar a casa;
- ter tempo para a família;
- comprar aquele carro zero lindo;
- fazer aquela viagem inesquecível;
- tirar férias;
- ter a casa própria;
- começar a dieta;
- prosseguir com a dieta;
- arrumar um namorado(a);
- sentir-se amado(a);
- confiar em alguém;
- entender uma matéria complicada;
- parar de roer unhas;
- ser verdadeiro em uma relação;
- ter amigo(a)s sinceros;
- amar sem esperar nada em troca;
- ser amado(a) sem ser cobrado(a);
- entender o outro;
- se colocar no lugar do outro;
- ser fiel;
- perdoar uma infidelidade;
- sorrir quando queremos chorar;
- parar de chorar;
- não perder as esperanças;
- aturar o chefe;
- não ligar pra ele/ela;
- não atender ele/ela;
- entender a nós mesmo(a)s;
- não viciar em internet;
- ler um bom livro;
- ver um bom filme;
- ter um bom programa na TV;
- acabar com a violência;
- rir de nós mesmo(a)s;
- encontrar um tempo pra gente;
- parar de fumar;
- ter uma boa noite de sono;
- ter um bom dia de trabalho;
- ter tempo pra academia;
- não ficar horas parado no trânsito;
- ir à praia;
- fazer sol;
- não se apaixonar pela pessoa errada;
- esquecer alguém;
- ...

Mas a verdade é só uma. Independente do que esteja difícil em nossas vidas, do que estejamos passando de dificuldade, nunca devemos desistir e seguir em frente, sempre, e de cabeça erguida.

Ah!! A propósito: O nome do Blog foi apenas porque estava difícil achar um nome que ainda não existisse no Blogspot. (rs)

Frustrei alguns com a revelação??!!! Pode ser, mas é a mais pura verdade... nada além disso.

domingo, 4 de outubro de 2009

QUE CHÁ DE PANELA QUE NADA. A ONDA AGORA É DESPEDIDA DE SOLTEIRA!!


Se há ainda homens que pensam que lugar de mulher é na cozinha, certamente eles estão no século errado, no mundo do faz de conta ou vivendo uma grande ilusão.

Sempre detestei chá de panela e, minhas amigas, irmãs e primas que me desculpem, mas só fui ao delas porque me vi literalmente obrigada. Aquelas brincadeiras imbecis, ultrapassadas, sem graça, sem “nada pra coisa nenhuma”, onde a noiva ganha presentes só para a cozinha, onde se vê fadada a terminar seus dias ali, fazendo comida. Nossa, me deprimem mesmo!!! Ainda por cima, a pessoa ficar toda rabiscada, suja e feia. Enfim, uma situação deprimente, que eu, particularmente, me recusaria a passar.

Só que essa visão machista sobre o casamento vem mudando, graças a Deus!! Hoje, casa-se pela felicidade, pelo amor, pelo momento e não pela obrigação de não ficar para a titia. Casa-se querendo ficar junto para sempre, mas se isso não acontecer não será o fim do mundo.

Com tantas mudanças na vida, no dia-a-dia, com a globalização, mulheres mais inteligentes, independentes e belas, os chás de panelas estão com os dias contados, fadados ao esquecimento ou a uma foto em um museu do passado.

Afinal, se homens tem direito a Despedida de Solteiro, as mulheres tem direito a Despedida de Solteira. Direitos iguais, está lá na constituição!!!

Na última sexta-feira, acabei indo parar em uma Despedida de Solteira da cunhada da amiga da minha amiga. É isso mesmo, existe penetra em despedida de solteira, acreditem: EU!!!

Foi uma noite muito engraçada, com direito há duas aparições na TV (uma na Rede TV que deve ir ao ar durante essa semana e a outra na Globo News, em uma chamada ao vivo), bebida, risada, mulher, muita mulher (rs), buque de plástico, Van, apito e um bando de outras quinquilharias.

O ponto de encontro e início da noite foi em um barzinho da Cobal do Leblon. Dali, seguimos em duas vans (entupidas de mulheres) com a noiva passando pelos bares da redondeza (Rota 66, Informal, etc). Paramos no Baixo Gávea, onde encontramos outra noiva (por coincidência) comemorando o mesmo motivo e depois seguimos em direção aos Bares Veloso e Devassa, também no Leblon, onde fomos literalmente barradas (rs). Era muita mulher para pouco espaço.

Depois que a noiva arrecadou uma boa grana (por isso existem tantos pedintes por aqui) e deu duas entrevistas, acabamos à noite em uma festa que já estava programada, onde encontramos com os maridos, namorados, etc, etc, etc. E a festa rolou até o amanhecer.

Foi muito divertido e super tranqüilo. Tive direito até a pegar o buque de plástico da noiva (mais um pra minha coleção).

Resumindo, a noiva não terminou a noite toda melecada de tinta e nem com cara de "Maria". Acabou dançando, se divertindo ao lado das amigas, penetras (rsrs), futuro marido e amigos.

Não teve palhaçada de homem fazendo stripe, brincadeiras sem noção e baixaria. O que rolou na noite foi só felicidade e confraternização com amigos.

E assim, depois de muita bebida o dia seguinte foi de ressaca, mas de ressaca de alegria.

Felicidades Maria Paula e Alexandre!!!


Não posso deixar de registrar aqui os meus parabéns ao Rio de Janeiro pela conquista da sede das Olimpíadas 2016.

Parabéns MEU RIO, parabéns Brasil!

Orgulho de ser Carioca, Orgulho de ser Brasileira.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

AMOR ESCONDIDO


Um Passado...

Uma menina, um desejo, um sentimento escondido, uma ausência, um bater forte de coração, mãos tremulas, uma voz rouca, um olhar tímido, um sorriso, uma música. Um menino lindo, o mais, o melhor, o tudo de bom..., um ciúme, uma vergonha, um erro, um suspiro,... A palavra nunca dita, o beijo nunca dado, ... O primeiro amor, o amor que não aconteceu, a primeira lágrima..., Um desencontro, uma perda...

Um Presente...

Uma mulher, uma descoberta, um reencontro, um sentimento, um desejo, uma conquista. Um lindo homem... Uma palavra, vários sorrisos, um encantamento, uma esperança, uma loucura, um medo, uma dúvida, um talvez, uma caminhada, uma espera..., dois corações.
“Quando se tem um amor escondido
Querendo aflorar
É se guardar um rio perdido
Que não encontra o mar
Mas brilha tanto cada sorriso
E brilha mais que o olhar
Quando o desejo é claro e preciso
Quem pode ocultar....”
(Fagner)

terça-feira, 15 de setembro de 2009

BOBAGENS NECESSÁRIAS


Na semana passada postei um texto aqui no blog que não gostei e decidi retirar.

Quando reli o que tinha escrito pensei: "Por que escrevi essa bobagem? Que ridícula que sou!!"

Esse meu pensamento me fez refletir como as bobagens são necessárias na vida, e quantas bobagens fazemos ao longo de nosso dia, sem nem ao menos perceber. Afinal, o que seria a nossa vida se só existissem os momentos de stress, trabalho, preocupação, etc, etc, etc?

Falar e fazer bobagens é essencial para se levar uma vida mais leve. Somente os carrancudos e infelizes acham que temos que levar tudo à sério demais o tempo todo.

A melhor fase da vida é aquela em que não nos preocupamos com nada, onde os nossos medos são bobos e cada erro pode ser perdoado pela imaturidade. A melhor fase da vida é a infância, a época das grandes bobagens.

É nosso dever, mesmo sendo adultos, não deixar morrer a criança que vive em cada um de nós. Só assim faremos os nossos dias mais felizes nesse mundo de doidos.

Fiz uma lista com 50 Bobagens Necessárias na minha vida e coloco aqui para vocês descobrirem o quanto adoro ser boba (em alguns momentos, claro!) e o quanto sou FELIZ por fazer essas grandes bobagens.
  1. Rir de mim mesma
  2. Dar uma boa gargalhada
  3. Ter crises de risos ao me lembrar de algo engraçado (sozinha e geralmente quando não devo)
  4. Desejar o supérfluo
  5. Conversar sobre novela, big brother ou algo do gênero
  6. Ler que Paulinho Vilhena estava na praia com a namorada (e daí?!!)
  7. Ver a foto das celulites da Juliana Paes
  8. Ficar em casa para assistir o último capítulo de Caminhos das Índias, não gostar do final e não acreditar que deixou de sair por causa disso.
  9. Achar a nova novela das 20h da Rede Globo uma boa droga e assistir mesmo assim.
  10. Desejar o Raj...rs
  11. Cantar sem querer as músicas idiotas do Latino, sem nem saber que sabia a letra
  12. Comer tudo aquilo que faz mal pacas, mas que também é gostoso PCT.
  13. Discutir futebol
  14. Ler estória em quadrinhos
  15. Dançar, dançar, dançar...
  16. Deitar no chão
  17. Tirar um bando de fotos e colocar no Orkut
  18. Sorrir apenas no momento do click
  19. Falar uma grande besteira sem pensar
  20. Comprar roupas tendo o armário cheio de outras que nem usei ainda
  21. Chupar bala
  22. Ficar o dia inteiro de preguiça
  23. Ter crises de mau humor na TPM
  24. Viajar com amigos e jogar um jogo de criança e ainda assim achar o máximo, só pelo prazer de voltar a ser criança por um dia
  25. Andar de montanha russa
  26. Ver um filme banal, sem muita profundidade
  27. Chorar vendo um filme romântico
  28. Sonhar acordada
  29. Comer algodão doce
  30. Comparar Todynho em caixinha, mesmo sabendo que saí mais caro
  31. Mandar um torpedo para alguém e se achar uma imbecil no momento seguinte
  32. Ficar de papo horas no MSN com alguém totalmente virtual
  33. Usar aquelas carinhas no MSN (que atrapalham pacas a leitura)
  34. Andar descalça
  35. Comer pipoca sozinha, sem dividir com ninguém.
  36. Contar os azulejos do banheiro e nunca decorar a quantidade (será que isso é normal?!! rs)
  37. Ler todos os dias os mesmos Outdoors do caminho de casa ao trabalho e vice-versa
  38. Ficar horas no telefone falando abobrinhas e só se dar conta disso quando chega a conta pra pagar
  39. Comentar quando acaba aquela propaganda ridícula e ficar com raiva do anunciante (como se adiantasse algo)
  40. Ir pelo menos uma vez na vida a uma Festa Ploc, cantar todas as músicas e ficar emocionada com a música do He-Man
  41. Descer as escadas correndo (uma das minhas prediletas!!)
  42. Adorar o tênis All Star
  43. Ir no casamento da amiga e lutar por aquele buquê que não serve absolutamente para nada (peguei uns 6 e continuo solteira...rs)
  44. Falar mal dos homens e adorá-los mesmo assim
  45. Cutucar uma amiga quando vê um espetáculo de homem passar
  46. Gritar quando vejo uma barata voadora e morrer de medo delas
  47. Adorar filmes infantis e se identificar com a Dori do filme Procurando Nemo
  48. Comer brigadeiro na panela (amooooo)
  49. Lamber a lata de leite-moça (amoooo 2)
  50. Dizer um grande palavrão...

O pior é que existem pessoas tão mal humoradas que não conseguem viver essas bobagens necessárias, não é mesmo?

E você, qual a sua ou as suas bobagens necessárias. Conta aí, vai!!!

Ou você faz parte do "Clube dos Mal-Humorados”?

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

QUEM DE NÓS DOIS

video
Uma vez tocaram essa música para mim e nunca mais consegui escutá-la sem me lembrar daquele momento. Às vezes a gente nem imagina o quanto somos capazes de despertar o amor em outra pessoa, de uma maneira tão bonita. Se eu errei com alguém, talvez tenha sido com essa pessoa. Infelizmente a gente não escolhe quem amar...

Foram mais de 10 anos de encontros e desencontros. Quando me sentia carente, estava ele ali me esperando para dar colo. Até que um dia ele não estava mais lá...

Em dias como o de hoje para mim, quando colocamos a nossa vida em uma balança; quando analisamos nossos atos, erros, acertos,...; quando resolvemos pedir algumas desculpas por enganos ou desenganos; quando nos vemos com medo de assumir algo em nossas vidas; quando não sabemos qual direção tomar; quando o coração aponta um lado e a razão o outro; quando os “problemas da vida” insistem em aparecer; quando um passado bate a nossa porta; quando...; quando...; quando..., a gente costuma precisar novamente desse colo.

Nem sei porque escrevi essa bobagem, acho que estou de TPM!!

Acho que estou...

"(...) Quem de nós dois

Vai dizer que é impossível

O amor acontecer...

Se eu disser

Que já nem sinto nada

Que a estrada sem você

É mais segura (...)"

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

VAI BATER O MARTELO?!!

“O termo julgamento geralmente se refere às avaliações consideradas de provas para a formação de uma decisão embasada.” Assim se designa a palavra Julgamento em algum dicionário.

Mas e nos dicionários da vida, o que é o julgamento? Como nos sentimos com o julgamento dos outros? Por que as pessoas usam de julgamentos ou de pré-julgamentos para falar ou pensar sobre alguém ou determinada coisa?

São muitas interrogações para infinitas afirmações, não é mesmo? Pois é...

É comum ouvirmos pessoas falando de nós, nos julgando, quando não conseguem se bastar, precisam dos acontecimentos da vida alheia para viver a própria vida, desgovernada e vazia...É comum pessoas falarem do que não sabem, do que não conhecem ou do que não tem capacidade para falar. Capacidade esta que não se adquire apenas com o OLHAR os fatos, mas com o SENTIR os fatos.

Quantas vezes em nossas vidas nos sentimos julgados, rotulados (odeio isso, muito mesmo!!! Talvez seja o meu único ódio, rótulos!) em determinadas situações?!!

Posso afirmar que das pessoas que conheci em minha vida, em minha trajetória, as que mais julgavam, as que mais se achavam, as que mais “sabiam”, não sabiam nada...

Lembro de uma certa pessoa que há uns anos atrás conheci,... uma pessoa que eu “julguei” como sendo um HOMEM experiente. Experiente, eu digo no sentido de vida, de conhecimento, de trajetória, de sucesso, de tudo. Isso, julguei como um TUDO e, na convivência (pouca que foi) eu percebi que o julguei assim pela aparência e não pelo conteúdo. No dia –a-dia, uma pessoa normal e que nivelava os outros por baixo. Horrível, não? Eu consegui julgar (a primeira vista) uma pessoa assim como um TUDO.

Alguns podem estar pensando que este post é um recado a alguém em especial, que este post é uma ofensa, mas não... esse post é apenas uma constatação.

Não quero aqui escrever sobre alguém, quero escrever sobre nós, sobre cada um no seu íntimo e no seu sentimento.

Quero escrever sobre julgamentos errados que fazemos a cada fração de segundos, apenas pela aparencia de algo ou pela percepção do que para nós é certo ou errado.

Já me senti em uma cadeira de réus algumas vezes e, talvez, tenha colocado alguém nessa mesma cadeira, outras vezes. E isso é muito ruim, pelo menos para mim, em ambos os lados.

Não espere dos outros o que não é capaz de dar, o que não é capaz de ser.... mas principalmente, o que não é capaz de sentir.
Não seja você a bater o martelo!!

“Eu sou do tamanho daquilo que SINTO, que VEJO e que FAÇO, não do tamanho que os outros me enxergam.” (Bob Marley)

domingo, 16 de agosto de 2009

O BATMAN DA MINHA VIDA




Domingo, 2 horas da manhã, deitada na cama vendo “Altas Horas”, maior silêncio, de repente,...uma sombra na frente da TV. O que era?!!!

Um MORCEGOOOO voando que nem um louco, rodando aos quatro cantos do meu quarto.

Fiquei parada, debaixo das cobertas, sem conseguir me mexer, sem conseguir sequer gritar.

Não era possível!!!! Mas era... ele estava ali e eu também. Os dois, o morcego e a Marcia no mesmo espaço, com alguns metros apenas nos separando...

Em frações de segundos tudo, tudo mesmo passou na minha cabeça: O que fazer para aquele bicho sair do meu quarto??!! Como ele entrou se a janela estava fechada??! Como vou dormir com ele aqui?

De repente, na escuridão: ele sumiu!!

Pensei: vou me mudar para o outro quarto, mas logo depois lembrei que ele poderia ter sumido para o outro quarto. Poderia estar no corredor. Se eu acendesse a luz ele ficaria mais louco, se eu deixasse apagada ele poderia vir em minha direção. Droga tinha que ter um homem aqui!!! Logo depois me lembrei que meu ex não matava nem barata, percebi que alguns homens não servem para nada.

Gostaria de entender porque os bichos me perseguem.

Mas, voltando ao bicho estranho. Acreditei que ele iria embora. Era só eu ficar quietinha. E foi o que eu fiz. Sai do meu quarto, fui para o outro correndo enrolada no edredom, fechei a porta e dormi em segundo. Se ele entrou, iria sair: certo???

Preferi pensar assim, pois desafiá-lo eu não iria nunca. Resolvi optar por acreditar que ele era apenas um bichinho inocente, perdido em uma casa estranha. Que ira encontrar a saída e que não viria na minha direção. Que ele era bonzinho, pois o Batman é bonzinho... Acho que ele acreditou nisso também, graças a Deus!!!

Descobri que sou uma mulher corajosa, mas não mato baratas. Nunca dormiria sem a ver mortinha e de pernas para o ar. Mas morcego não é barata, né?!

Afinal, não existe Homem-Barata, mas existe Homem-Morcego.

sábado, 8 de agosto de 2009

SAUDADES ETERNAS

Estava pensando em escrever falando sobre o Dia dos Pais, mas sem saber ao certo o quê. Até que me deparei, no Orkut de um amigo, com a seguinte frase:

“Pai neste dia rezo uma prece única tal qual você!!! Agradeço à Deus, em primeiro lugar, e a você. Minha eterna gratidão. Beijos de quem te ama!”

Ao ler essas lindas palavras que me fizeram chorar, confesso, me vi refletindo que, muitas vezes, só descobrimos o quanto nosso pai foi (ou é) importante em nossas vidas quando o perdemos ou quando, depois de muito tempo, percebemos que ser filho é tão importante quanto ser pai.

Ser filho é olhar para um pai não como aquele que nos cobra e que nos reprime. Ser filho é olhar para um pai como aquele que nos ensina a ser gente. Somente os grandes homens são capazes de educar e não só criar. Educar é impor limites, saber dizer não, mesmo com o coração apertado para dizer sim, mas sabendo que esse não é necessário.

Guardo do meu pai as lembranças mais simples, que o fazia único, que o fazia MEU PAI!

Lembro do barulho do balanço das chaves ao chegar em casa (ele sempre as balançava pra anunciar sua chegada); lembro da "incrível" Brasília vermelha, que ele amava; lembro dele arrumando suas meias na gaveta do quarto; lembro dele abrindo essa mesma gaveta para pegar um pequeno baralho para jogar paciência, todos os dias quando chegava do trabalho; lembro dele limpando seu carro todo fim de semana; lembro dele cuidando de seus inúmeros passarinhos com o maior carinho; lembro de irmos todo domingo ao jornaleiro comprar a revista da Turma da Mônica e da Luluzinha; lembro dele engraxando seus sapatos, pois tinham que estar sempre impecáveis; lembro do meu pai assim, pois é exatamente na simplicidade que se constrói um pai.

Pai, um abraço pelo Seu Dia já não posso dar, há muitos anos, mas saiba que sempre foi e é abraçado pelo meu coração e pelas minhas lembranças.

Saudades eternas...Te Amo!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

REFLEXÃO - Por Glorinha Mello


“Às vezes para sermos felizes é necessário abrirmos mão de outras coisas que nos fariam felizes. A conquista de algo melhor muitas vezes vem acompanhada de renúncia de algo muito bom. Muitas vezes, também, nos sentimos extremamente insatisfeitos com nossa atual situação e saímos em busca de algo novo, de mudanças,... que acreditamos que vão nos fazer mais felizes e, de repente, quando encontramos o tão sonhado "algo novo", descobrimos que ele nos traz muito mais problemas do que tínhamos antes e quando olhamos para trás descobrimos que éramos muito mais felizes. Então, me pergunto: QUAL O PREÇO PARA SERMOS FELIZES?”


Este texto é de uma amiga. Coloquei aqui para ajudarmos em sua reflexão. Que tal?

terça-feira, 28 de julho de 2009

A VIDA NÃO PÁRA NÃO...


Posso dizer ao mundo o quê? Nada, nada a dizer...
Quem já não teve essa sensação? Essa sensação de nada, nada a dizer...

As pessoas, às vezes (gosto muito do às vezes. Às vezes, é quase sempre, mas não nunca, não sempre...), esquecem de dizer adeus, até logo, até um dia. Elas vão sem dizer nada, sem se despedir.

Esquecem ou preferem não se despedir de tudo; de se despedir da vida, das pessoas, do que passou... Esquecendo que o que passou um dia foi; e se foi, chegou a ser; se chegou a ser foi importante (um momento); do que foi importante, por milésimos, foi essencial; se foi essencial merece um tchau. Merece palavras para amenizar, para justificar palavras que foram ditas e esquecidas. Esquecidas por quem as falou, mas não por quem as escutou.

A ausência de um adeus, de um até logo, de um “até” deixa dúvidas, por deixar em branco, sem um ponto final, deixando apenas reticências... Esquecendo que de reticências não se vive a vida, reticências ficam subentendidas, incompletas e, o incompleto fica inacabado, desleixado, deixado de lado... Fica ali, parado!! Mas a vida não pára.
“Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...”

terça-feira, 21 de julho de 2009

QUASE AMIGO



Ontem foi o Dia do Amigo, mas como eu me lembro todos os dias dos que SÃO, resolvi reservar o dia para os que QUASE foram. E, nessa reserva, me questionei o que é ser um QUASE AMIGO.

Na minha loucura normal de ser e sentir, eu acredito que tive alguns "QUASES" na minha vida. Assim como devo ter sido um “QUASE” para alguém.

O quase não significa diminuí-los, rejeitá-los, ou qualquer outro pejorativo com ênfase ruim. O “quase” significa o que quase foi, o que não aconteceu, o que se foi antes de chegar a ser. Aquele que queríamos que fosse e não foi; aquele que deixou de ser por algo do destino; aquele que deixou de ser por uma palavra errada que colocamos em um momento errado; aquele que julgamos sem conhecer direito; aquele que não demos a chance de nos conhecer e de conhecê-lo; aquele que desejamos, mas que não nos desejou; aquele que por algum ato do destino não chegamos a encontrar; aquele de mil faces, aquele que não reparamos, mas nos reparou; aquele que reparamos, mas que não nos reparou; aquele que gosta da gente e a gente não nota; aquele que gostamos, mas que nos ignora; aquele que teve vontade de se aproximar, mas que alguma atitude nossa o encabulou; aquele que gosta da gente e a gente nem sabe; aquele, simplesmente, aquele...

Quero comemorar o meu QUASE AMIGO... Alguém que deixei de conhecer melhor, talvez por esperar alguém melhor do que ele realmente seja, ou talvez por eu não ser alguém melhor que ele desejou que eu fosse.

Ao meu quase amigo hoje não ofereço flores, ofereço o meu coração aberto para receber ele e todos os que foram antes de SER e se tornaram QUASE, mas não com menos mérito dos que SÃO.

Dedico a vocês algumas de minhas lágrimas e todos os meus sorrisos... Dedico a vocês o que vivo!! Mesmo que tenha sido um QUASE...

terça-feira, 14 de julho de 2009

HOMENS DE BARBA POR FAZER


Foto - Malvino Salvador (melhor exemplo de Homem Lindo e de Barba por Fazer )



Existe coisa mais linda??!! Pra mim não!!! Não posso ver um moreno de barba por fazer que paro pra olhar. É mais forte do que eu.

É engraçado como para cada pessoa existe o modelo do BELO, do que mais atrai, do que paralisa. Para mim são os morenos. Não que os loiros não tenham seu charme, claro que tem. Eu mesma já fui apaixonada por um. Mas confesso que tenho queda por morenos.

Outro dia, o papo que tive com uma amiga ao telefone foi: “MORENOS DE BARBA POR FAZER x LOIROS COM ROSTO DE BUNDINHA DE NENEM”. (alôoou, mulheres falam essas bobagens mesmo, principalmente por telefone).

Ela dizia que para ela um loiro, com cara de bonzinho, barba feita e engomadinho era o que ela mais gostava. E eu retrucava: “Fala sério!!! Homem tem que ter cara de macho, barba por fazer, moreno... ai,ai”

Semana passada um papo parecido rolou com um amigo meu. Lindo por sinal!!! Um gato de parar qualquer trânsito de mulheres. Ele me mandou algumas fotos que tirou mês passado na viagem que fez à África do Sul. Cada foto linda, mas o mais bonito da foto era ele, moreno e de barba por fazer.

O mais engraçado foi eu dizendo isso a ele: “B... você está lindo nas fotos, com essa barba por fazer. Mas acho que você deve cortar mais, tá muito grande. Eu gosto quando você a deixa crescendo, mas não barba grande, já ta ficando Papai Noel.”

Ele riu, mas percebi que prestou a atenção em tudo que eu tava falando e posso apostar que ele cortou a barba e deixou exatamente como eu falei. Os homens costumam ser assim. Fingem que não ligam, mas prestam atenção em tudo, em todas as nossas “dicas”. Homem hoje em dia tá vaidoso mesmo, acho isso legal.

Meninos, mas sem exageros, por favor, tá?!!

Barba por fazer é sexy, casual, rebelde, meio selvagem... Estilo Malvino Salvador... aff!!! Me atrai mesmo, como um imã. Nem sei bem porque escrevi aqui essa bobagem. Ou será que eu sei?? Hum, mas não vou contar pra vocês.

Blog de mulher tem que ter de vez em quando essas bobagens, principalmente essas “bobagens lindas”, não é mesmo?! rs

sábado, 11 de julho de 2009

NUNCA É TARDE PARA AMAR


Estava eu em casa ontem, sem nada para fazer, e resolvi baixar um filme da internet para ver. Nem sabia qual nome de filme procurar, sou tosca pra guardar nome de filmes, atores, diretores... Então, resolvi apenas colocar o estilo que estava a fim de ver. Escolhi comédia romântica e apareceu uma centena deles, cliquei em alguns e entre esses “alguns”, baixei o “Nunca é tarde para amar.”

Para minha surpresa o filme relatava a história de uma mulher de 40 anos que se apaixona por um cara de 29 anos. Mas, quem é esse cara de 29 anos que chama a atenção dessa mulher “mais vivida”? Esse cara é apenas alguém que a faz rir, alguém que a encantou pela sua maneira simples de viver.

Uma vez me perguntaram qual o tipo de homem que me encantava e eu respondi: “Aquele que me faz rir, mas não um bobo, um bobo inteligente.”

A nossa vida é tão “pesada”, às vezes, que precisamos de alguém que nos faça enxergar algo de belo no mais simples. E, definitivamente, esse não será aquele executivo chato, cheio de preconceitos, regras, responsabilidades... Quem nos encanta é aquele que brinca de almofadas, que nos levanta no alto, que fala a maior bobagem e nos surpreende por ser apenas “natural”, sem regras...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

COISAS DO DESTINO


É impressionante como o destino, às vezes, nos prega algumas peças, trazendo para nossas vidas pessoas e situações do passado que achávamos que já estavam esquecidas, enterradas,... Mas não!!! Ele nos empurra a fazer o que a principio não queríamos, a ir a um local que não planejamos... Parece que tudo contribui, conspira, para que algo ou algum encontro aconteça.

Às vezes nos vemos naquela situação de novela, onde fazemos parte de uma cena que não pode ser real, nos parece muita coincidência. Não é possível, mas é!!! Saímos quando não era para sair, alguém nos convida para algo que não imaginávamos. Chegamos nesse lugar e um “outro algo” nos faz não gostar do lugar e partir para outro destino e, mais que de repente, olhamos para o lado e vemos ALGUÉM. Alguém do passado, alguém que deixamos ali guardadinho nas nossas recordações, apenas.

Os olhares se cruzam, o corpo fala, grita a situação. Não acreditamos, rimos, nos cumprimentamos e pensamos: “Caraca, só pode ser destino. Não é por acaso que eu vim parar hoje aqui, nesse lugar.”

E eu acredito que não é por acaso mesmo. Nada na vida é por acaso, tudo tem um motivo. O motivo nós vamos descobrir com o tempo, só o tempo vai nos dizer, vai nos mostrar...

Pode ser que essa volta a um passado seja necessária em nosso presente para a resolução de algo que ficou mal resolvido. Pode ser que seja para construir um algo novo no futuro ou para concretizar alguma coisa não realizada, ou apenas para percebermos que cada pessoa que passa por nossa vida faz parte de um aprendizado. Pode ser que seja para fazermos as pazes com alguém que nos desentendemos ou, simplesmente, para ficarmos feliz por um dia. Pode ser que seja para nos fazer perceber o quanto a vida vale a pena, o quanto vale a pena ser feliz, fazer alguém feliz. Pode ser tanta coisa...

É tão bonito a gente perceber o brilho no olhar do outro quando nos vê depois de muito tempo. É tão lindo perceber o sorriso no rosto e ver que, de alguma maneira, somos ou fomos importantes. É tão gratificante percebermos que tocamos o coração de alguém, que cativamos, que fomos o motivo de uma felicidade, mesmo que momentânea. É tão maravilhoso saber que o destino nos prega algumas surpresas agradáveis exatamente naquele momento que estamos precisando, que era necessário percebermos que fazemos ou fizemos a diferença na vida de alguém.

Saber que a vida nos presenteou na hora em que o nosso coração está quase se fechando, por achar que as coisas não estão dando muito certo ou não estão saindo como planejamos, só pode ser coisa de Deus mexendo os “pauzinhos” na nossa trajetória.

É Deus nos mostrando outro caminho, outros sorrisos, outros olhares. É "ELE" nos mostrando que errar é humano, que podemos recomeçar, que devemos recomeçar, que não vale a pena ficar parado na mesma parada, quando existem tantas outras possibilidades, que tudo passa, até mesmo uma decepção, uma dor, um arrependimento,...
Como disse Antoine de Saint-Exupéry em sua obra, O Pequeno Príncipe: "Para enxergar claro, basta mudar a direção do olhar."

Mas o que quero mesmo dizer é o quanto foi importante para mim o brilho dos seus olhos e o seu sorriso, na minha vida.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

AUTÊNTICA, SEM IMITAÇÕES!


Me mexi!!! Foi assim que minha mãe soube da minha existência, me mexendo, mostrando que eu estava ali, viva, presente em seu ventre!

Dali, saí para a vida, gritando, berrando, mostrando a minha cara, mesmo sem acabar totalmente de nascer. Nasci no centro da cidade do Rio de Janeiro, na Cruz Vermelha Brasileira. O médico, Dr. Caramuru (tinha que ser um nome diferente, como tudo em minha vida), falou: “Essa vai ser fogo, personalidade forte!”

Era gorda quando bebê. Nem eu acredito ou me reconheço quando vejo as fotos. Tudo isso graças ao “asfalto” que a Sônia fazia para eu comer. E a Sônia, coitada!!! Eu a enlouquecia e a enlouqueço até hoje (rs). Adorava aquele feijão, pedia para fazer doce de leite, me escondia das chineladas da minha mãe embaixo da saia dela. Ela chorava quando eu brigava com ela e mandava ela embora da minha casa, tadinha... Ela chorava quando eu chorava durante horas a fio, aos berros e a vizinhança inteira batia na porta da minha casa para saber o que estava acontecendo.

Ficava braba quando saia com a Sônia e perguntavam se ela era minha mãe. Como?? Eu branquela!!! Pensava:”Gente Burra!!!”

Ficava braba quando saia com meu pai e perguntavam se era meu avô. Como?? Pensava: “Gente chata!”

Saia com minha mãe e ninguém perguntava nada. Pensava: “Será que sou adotada?”

Brigava de rolar no chão com a minha irmã 6 anos mais velha. Pirralha abusada! Ficava roxa, empolada, cheia de hematomas...A minha imã era ruim, mas só eu podia falar mal dela.

Brincava de amarelinha com meu primo e isso quase o custou seu “pirulito” Pô, ele era menino, mais forte e lutava, só me restava o chutinho lá!! (rs). E isso deu até briga de família. Apanhei duas vezes, dele e da minha mãe. Só não apanhei três porque meu pai não ficou sabendo.

Soltava pipa (tentava), jogava botão (perdia pro meu primo), sinuca (isso eu era melhorzinha), subia em árvore (isso eu fazia bem), brincava de polícia e ladrão com 6 meninos (meu primo e seus 5 amigos). Claro que eu sempre era apanhada, mas jogava o meu charme e eles me protegiam. Sempre fui esperta! Haha ...Brincavava de Boneca com meu primo, escondido do meu tio, claro! Adorava o meu Bebê Atchin, tenho ele até hoje. Ganhei um carrinho de presente de Natal do meu irmão.

Minha mãe era severa, batia na gente com aquele chinelo havaiana. Eu saia correndo e ela zunia o chinelo para me acertar. O respeito era tanto que me fazia pegar o chinelo de volta e entregar na mão dela. Igualzinho as crianças de hoje em dia, né?!

E o meui pai? Putz, mão pesada!! Como doeu os tabefes que levei, mas doeu mais no meu coração...Apanhava porque não chorava, era osso duro de roer, não saia lágrima mesmo.

No colégio eu adorava fazer amizade com os meninos, não com os mais bonitos e disputados, pois esses iam se sentir “demais” e eu não ia dar essa moral para eles. Escolhia os mais engraçados, os mais complicados, os mais capetas e diferentes.

Os meninos adoravam me dar presentes, um me deu uma boneca de corda. Achei horrível, mas minha mãe me fez agradecer. Outro me deu um cordão com um pingente de sino e eu perguntei se tinha cara de vaca pra andar com um sino pendurado no pescoço (sempre tive esse lado meio cômico de capricórnio). Isso me rendeu uma boa bronca e castigo. Um outro, esse do colégio, adorava me dar as coisas que ele pegava”emprestado” das irmãs, até que eu descobri e, é claro, devolvi tudo.

No C.A. ganhei a cabeça de patinho da borracha, que um dos meninos achou no chão. Aquilo era meu talismã, aonde eu ia, me acompanhava. Achei o máximo, afinal era o menino mais bonito da turma. Quase briguei de tapa com a menina que disse que a cabeça do patinho era dela, mas tive que entregar. Ganhei uma borracha inteira, com cabeça e tudo, depois!

Sempre odiei baratas e todo o tipo de inseto. Minha mãe, com sua psicologia de choque, me deu uma régua com desenho de vários insetos e aí de mim se não usasse a régua. Segurava a régua pelas laterais só para não colocar a mão naqueles trecos nojentos.

Na 1ª série, as segundas-feiras era um martírio para mim, chorava horrores agarrada nas pernas da Tia Valéria (professora) porque não queria ir para a aula de artes com a megera da Dona Espedita. Sim, ela era uma megera! Estérica, gritava horrores e tinha uma cara horrível. Aula de artes tinha que ser legal, afinal!!! Mas não era, era um castigo...

Um dia minha mãe foi chamada no colégio (estudava em colégio Marista) porque eu estava na coordenação falando que não gostava da professora de artes porque ela gritava (sempre odiei gritos...rs) e que não queria freqüentar as aulas dela. A coordenadora, Dona Edna, não acreditou no que ouviu e chamou a minha mãe. Segundo ela, eu seria uma mulher de personalidade! Na verdade, eu acredito que era uma pirralha magricela e folgada mesmo...rs

Me perdia naqueles corredores enormes e tinha algumas partes do colégio que eu tinha medo, a sala da caveira, por exemplo. Meu sonho era tocar o sino, mas tinha medo da Dona Periquita. Tinha também o Irmão Marista que tinha fama de tarado. Ele adorava pegar a caderneta do bolso das meninas, só das meninas.

Na 2ª série me declarei para o menino mais levado da turma, feinho, mas engraçado! Mandei uma cartinha de amor, que ele guardava no cofre de casa, segundo a mãe dele. Fiquei conhecida no colégio como A Menina da Carta de Amor. Que mico!!!

Fui do Coral Marista, mais um mico! Só dublava o tempo todo. Minha voz era horrível! O maestro desistiu de mim e eu dele, pois eu achava o cúmulo ele me fazer dublar nas apresentações. Na seleção do Coral eu tive que cantar uma música e escolhi: “Metamorfose Ambulante” do Raul Seixas. Pasmem!!

Na 3ª série tinha pânico da mulher loura, não ia ao banheiro daquele colégio gigante, nem a pau!!! Passava a manhã toda apertada e só fazia xixi em casa. Se tivesse piriri, ferrou!

Na 4ª série ganhei uma amiga! Minha coleguinha tinha leucemia e eu odiava que as pessoas falassem que ela ia morrer. Eu a defendia, como um cão feroz. Ai de quem a magoasse. Meu lado protetora se manifestando....

Na 5ª, 6ª e 7ª série, não lembro de nada... Ah!!! Me lembro que adorava as Olimpíadas Marista e só!!! Nessa mesma época ganhei uma melhor e grande amiga, não no colégio, que eu sinto muitas saudades. A Cléo era doida, melhor é doida!!!

Na 8ª série mudei de colégio, quer dizer, mudei de prédio. Saí do São José da Conde Bonfim para o São José da Barão de Mesquita. Ahhh!!! Como eu amei esse prédio novo. Ali eu percebi que não gostava de meninos mais velhos, pois enquanto minhas amigas olhavam para os meninos do 3ª ano, eu não olhava pra ninguém porque a 7ª série havia ficado no outro prédio. Meu lado papa-anjo se manifestando...

No 1ª ano, fiz muitas amizades. Entre elas o Walter, feio, sem jeito, mas um amooor. Ele adorava desenhar. E ele me desenhava toda, mão, perna, nuca, tudo era tatuado com canetinha colorida e depois verniz para não sair. Meus cadernos eram decorados com desenhos dele. Cada desenho lindo! Ele fez sucesso. Todos queriam seus desenhos no corpo, mas eu fui a cobaia...Claro que hoje ele é tatuador e dos bons! Encontrei com ele na rua, há pouco tempo, e vi que ele se transformou em um álbum de figurinhas ambulante. Ainda bem que perdi o contato com ele, pois senão eu poderia ser hoje um outro álbum.

No 2ª ano me apaixonei pelo Surfista do Fusquinha Caganeira. Adivinha o apelido dele: Fuscão!! Haha...
Ele era um gatinho, todas as meninas morriam de inveja de mim, pois eu fui "a escolhida". Claro que o Walter fez um pôster para mim de um lindo Fusca Caganeira com uma prancha de surf em cima, igual ao do carinha. E eu tenho esse pôster até hoje. Meu lado “Gostar de Surfista” se manifestando...
Frequentava a "Bobolandia" do Tijuca Tenis Clube aos Domingos, ia à praia de 233 e ficava no 3.100 da Barra da Tijuca, frequentava a Pracinha do Alto da Boa Vista, malhava perna horrores (tenho que voltar a fazer isso!), disputava com minhas amigas quem ficava mais bronzeada de praia, ia à Missa todo Domingo e adorava as Festas Juninas de rua da Tijuca. Meu lado gostar de fazer amigos, se manifestando...

No 3ª ano minha vida deu uma reviravolta, mas vamos deixar coisas tristes de lado... Meu lado CAI NA REALIDADE se manifestando,.... mesmo que cedo.

Ah!!! Vale registrar que sempre fui boa aluna e que o presente que pedi de 15 anos ao meu padrinho foi o uniforme oficial do Fla. Meu lado inteligente, se manifestando...
E assim, se formou parte de minha personalidade!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

ALL STAR

“(...)Estranho seria se eu não me apaixonasse por você... Estranho é gostar tanto do seu all star azul...Estranho, mas eu me sinto como uma velha amiga sua.. Não vejo a hora de te encontrarE continuar aquela conversa...Que não terminamos ontem.”
(All Star - Cássia Eller)


Este trecho da música talvez seja o nosso grande erro, acharmos que somos velhos conhecidos de um desconhecido e, assim, nos jogarmos de peito aberto, abrindo a guarda para alguém que talvez não entenda o nosso jeito de ser e de sentir.

As pessoas estão tão acostumadas com falsidades, enganos, etc. que não notam ou preferem não notar as pessoas que realmente se mostram. Reclamam de relações superficiais, mas quando encontram alguém disposto a ser real, dizem se assustar.

Afinal, o que realmente se quer?? Será que querem mesmo um All Star Azul, aquele comum, rasgado, furado, manchado???

Acho que não, as pessoas querem o sapato engraxado, brilhante e falso. Que reflete o brilho de pessoas que se lustram e não de pessoas que se mostram como são. Sapatos sempre impecáveis, que não mostram o desgaste do dia-a-dia, do crescimento, do aprendizado...

Esse post não tem um fim porque não terminamos aquela conversa...

terça-feira, 16 de junho de 2009

O QUE QUEREMOS?



Semana passada foi uma semana atordoada para mim, pensei em fazer mil coisas, me arrependi de outras mil que tinha feito, planejei outras e, no finzinho da semana, acabei fazendo “caquinha”.

E a vida é mais ou menos assim!!! Pensamos, pensamos, refletimos, planejamos e, de repente, nos vemos fazendo tudo diferente do que imaginávamos ou queríamos. Parece que “os céus” estão contra nós, não é verdade?

Ninguém é diferente, todos temos medos, inseguranças, planos, alegrias, tristezas. Nos escondemos atrás de uma “capa” de durão/durona, de marrento/marrenta, de tímido/tímida ou de qualquer outra máscara que nos sirva para o momento ou para a nossa vida, apenas para esconder o que realmente somos e o que realmente queremos.

Lembro bem, que há uns dois meses atrás, eu escutei a seguinte afirmação de uma colega de trabalho sobre a minha pessoa, no meio de um papo sobre relacionamentos, em alto e bom tom: “ A minha irmã é assim, que nem a Marcia, não tá nem aí pra nada.”

Naquele momento, eu ali trabalhando concentradamente, me desconcentrei totalmente, virei pra trás rindo e falei: “Cara, olha a imagem que eu passo para as pessoas!”

E, é realmente assim, às vezes passamos uma imagem de que não estamos nem aí, mas não é bem assim. Eu estou mais aí para as coisas do que muita gente que se mostra hiper séria, eu me importo muito com tudo, mais até do que deveria.

E isso me fez pensar (naquele dia e no dia de hoje, em específico). Talvez eu esteja fazendo tudo errado porque não é isso que eu quero, ou então eu esteja fazendo tudo certo porque inconscientemente é isso sim que eu quero para a minha vida e nem mesma eu sei.

Sabe-se lá como realmente somos,...Nem nós mesmos nos conhecemos ao certo, até nós mesmos nos surpreendemos várias vezes, sabe-se lá mesmo...

A única coisa que eu sei mesmo é que eu quero ser FELIZ!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

VÁ TOMAR...... ÁGUA DE COCO


Não consigo entender por que precisamos dizer palavrão, xingamentos, para expressar algo que dizemos ignorar, não se importar.

Acredito também (não sou a senhora da razão, veja que escrevi ACREDITO, opinião minha) que com o que não nos importamos não levamos adiante, não comentamos, não xingamos, não fazemos NADA.

Acho engraçado alguém levantar a bandeira de politicamente correto, falando que não julga, que aceita opiniões contrárias, quando precisa emitir xingamentos para expressar essa opinião e , pior, quando não tem peito para assumir isso e diz ser apenas uma piada.

Eu tenho sentimentos, eu sinto raiva SIM, da mesma forma que sinto AMOR. Só que eu trabalho isso dentro de mim.

Sabe aquela estória que escutávamos de nossos pais que de um lado tinha um diabinho nos tentando e do outro um anjinho? Então, eu realmente acredito que a força do amor e do ódio estejam lado a lado e que a gente deva mesmo lutar para que a do AMOR sobreponha a do ódio. E é isso que eu venho fazendo, ou tentando...

Quando eu sinto que estou perdendo o controle e deixando o meu lado “chifrinho” comandar minha vida, eu paro e rezo (da minha maneira) pedindo luz e orientação.

Pessoassss, sou humana... sinto esses sentimentos SIM, não tenho vergonha de dizer ME IMPORTO, ME SENTI TRISTE, FIQUEI MAL, CHOREI... porque eu choro, eu me arrependo da mesma maneira que eu SORRIO e me sinto realizada.

Termino esse post com as sábias palavras de São Francisco de Assis:

“Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; Onde houver ofensa, que eu leve o perdão; Onde houver discórdia, que eu leve a união; Onde houver dúvida, que eu leve a fé; Onde houver erro, que eu leve a verdade; Onde houver desespero, que eu leve a esperança; Onde houver tristeza, que eu leve a alegria; Onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó Mestre, Fazei que eu procure mais Consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado. Pois, é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna.”


Por que eu escrevi isso??? Porque eu admito me importar e sentir.

VOCÊ SE RELACIONA?


“As pessoas tendem a acreditar que um relacionamento só inicia realmente após o beijo, e que um relacionamento dito “sério”, só inicia realmente após o sexo. Se beijo e sexo não existem, isso deixa de fazer sentido.Um relacionamento pode iniciar após um pulo dela nos seus braços com um abraço apertado (e suado), ou após um sorriso depois de um dia na praia com ela.Um relacionamento sério pode iniciar após um olhar demorado ao final de um filme, ou após uma sessão de forró/salsa/samba de gafieira/bolero com os corpos colados (e suados).Por que se prender a meter algo em duas ou três partes do corpo dela para definir um relacionamento, se, no final, é com ela por inteiro que a gente se diverte e tudo mais se desenvolve?" (Rodrigo - http://nao2nao1.com.br/)


Vi esse comentário de um leitor em um post de um outro blog que uma amiga minha jornalista de Sampa me indicou pra ler... (As vezes chego a pensar como algumas pessoas mesmo distantes tem sintonia com a outra. Toda vez que algo, digamos que, “diferente” acontece em minha vida, vem essa amiga, do nada, aparecer com algo que se encaixa com o que estou passando ou sentindo... mas voltando ao que interessa).

Concordo plenamente com o que o Rodrigo escreveu. RELACIONAMENTOS começam e terminam de diversas maneiras, mesmo sem sexo e sem beijo.

Quando nos decepcionamos com alguém o relacionamento termina antes mesmo de começar, porque o que esperávamos ou entendíamos passa a ser um nada. Relacionamentos não precisam de modelos certos, fórmulas mágicas, palavras vazias... relacionamentos precisam apenas de SENTIMENTO, de empatia... e, as vezes até antipatia.

Toda e qualquer forma de manifestar sentimento é um relacionamento.

Sempre imaginei um relacionamento pra mim que indicasse desejos, tesão, amor, companheirismo, amizade... e quando vejo, acabo me “relacionando” com palavras, com “achismos” e não com pessoas e atos concretos. Viajo no desejo de sentir, de me encantar.

E qual será o porquê disso, dessa viagem em relacionamentos ilusórios? Eu me pergunto e respondo: Porque antes mesmo de começar algo do tipo beijo e sexo, o relacionamento já existe... Porque toda e qualquer vontade que se manifeste de desejo mesmo que acabe, já se relacionou...pura e simplesmente porque PESSOAS são mais do que escritas ou brincadeiras de letras espalhadas em um papel ou post...pessoas são gente e, as vezes, acreditam!!!

Um brinde aos relacionamentos VERDADEIROS não de palavras para a conquista, mas de SENTIMENTOS de desejos reais.

E que Deus nos permita esse brinde, mas se isso não acontecer, que a gente ao menos SE DIVIRTA!!!

domingo, 7 de junho de 2009

AÇOUGUEIRO


Recebi hoje um e-mail de uma amiga que eu chorei de rir. A cada palavra lida eu mal conseguia me aguentar. É impressionante como, às vezes, desejamos tanto sair com uma pessoa e, quando essa pessoa se manifesta, tudo parece acontecer de errado para acabar com esse encontro. Esse e-mail me fez lembrar uma situação que aconteceu comigo, há uns anos atrás, e que vou contar para vocês agora para alegrar e mudar o rumo do papo do outro post.

Isso tem lá bem uns quase 10 anos ou mais. Saíamos várias amigas juntas, os lugares quase sempre os mesmos e as pessoas também. Entre os lugares que íamos, freqüentávamos o famoso FUN CLUB, nos happy hour de quintas-feiras.

Pois bem, existia lá um certo carinha que eu não podia ver, gamei nele, achava ele lindo!!! Ele era moreno (tinha que ser, claro!!) alto, forte, bem musculoso, meio tímido (só pra falar, porque para beijar ele beijava todas...rs) e que sempre me olhava e eu para ele, claro.

As opiniões sobre o tal “moço” se divergiam. Umas o achavam um gato, as outras nem tanto. Mas o pior foi o tal apelido que a Mônica colocou nele, depois de vários chopps no meio da noite. Coitado, dava dó!!! Ela olhou para mim e falou: “Márcia, fala sério, ele tem cara de açougueiro!!! O que você viu nessa criatura??”

Gente, bastou!!! Bastou isso para o pobre rapaz ganhar o apelido de açougueiro (rs). Ninguém mais se referia ao cara pelo nome dele, só por “açougueiro. ”. Eu, particularmente, achava ele um gato, mas gosto realmente não se discute.

Um belo dia, eu conheci o tal “açougueiro”. E, a partir daí era açougueiro pra cá, açougueiro pra lá, era expectativa de toda quinta fazer aquele mesmo programa, só pra encontrar com o carinha. Se encontrasse o cara lá e não ficasse com ele eu morria, mas graças a meu bom Deus isso não acontecia...

Isso aconteceu por meses, até que enchemos do local e paramos de ir pra lá. Perdi totalmente o contato com ele.

Depois de quase um ano fui com uma amiga em um bar em Vila Isabel (bairro do RJ) e eis que de repente, nesse mesmo bar quem surge???? O AÇOUGUEIRO!!!

Pessoas, não acreeeditei!!!! Fiquei mais branca do que já sou, gelada e trêmula, quando ouvi uma voz chamando meu nome e vi que era ELE. Ele falou: “Menina, você sumiu!!! Fiz tudo para te encontrar de novo, fui várias vezes lá no Fun Club, mas você nunca mais foi. “

Papo furado, claro!!! Se ele quisesse me encontrar, teria me ligado!!! Homens, como entendê-los?!!

Trocamos telefone e no dia seguinte ele me ligou cedo, nem acreditei. Me chamou para sair no próximo findi, dizendo que já tava deixando marcado. Achei até estranho, afinal “esmola demais o santo desconfia”, mas tudo bem...

E chega o fim de semana!!! Me arrumei o dia todo para esse encontro. Ele chega, desço toda poderosa, tremendo mais que vara verde...

Quando fui abrir a porta do carro do “açougueiro”, a porta bate no meu rosto. Dooooeu muuuuuito, vi tudo ficar escuro, pensei que fosse apagar ali mesmo, mas tentei manter a pose. Abaixei a cabeça sem graça e entrei e sentei no banco do carro, sem nem dar um “oi” para ele. Dei uma de mal educada ainda...putz!!! Só que é claro que a minha pose logo caiu quando ele olhou para mim (eu ainda de cabeça baixa) e perguntou: “ O que foi? Por que você está com a mão no rosto?”

Nesse meio tempo, começa a escorrer sangue pelo meu braço. Gente!!!! Sangue mesmo, muuuuito sangue..., quis sair correndo do carro porque ia sujar tudo, melhor, já tinha sujado tudo. Quando ele tira a mão do meu rosto e diz: “Márcia, você abriu o rosto, ta sangrando muito, tá feio isso!!!”

Eu queria morrer!!! Se tivesse um buraco ali eu me enfiava. A vontade de olhar para aquele rosto lindo sumiu em segundos, queria mesmo era sair correndo dali e nunca mais encontrar com ele de tão envergonhada que fiquei. Ele me fazendo mil perguntas de como eu tinha conseguido fazer aquilo e eu sabia lá responder!!!

E o meu encontro?? Babou!!! O encontro mesmo foi com o médico e não com ele. Ele me levou pro hospital e eu paguei esse mico, king-kong!!! Meses a fio sonhando em sair com o cara para tudo acabar ali, no hospital.

E não é que o açougueiro acabou vendo sangue mesmo?!!!! Mas tinha que ser o meu??? Acho que foi castigo!

N Ã O


Hoje me disseram que eu não sei ouvir um NÃO. Na hora me deu raiva, mas depois parei para refletir.

Sou humana e comigo carrego todos os sentimentos dos mortais: desejos, raivas, amor, frustrações, desafetos, empatias, antipatias, etc. E é claro que senti algumas dessas meio misturadas na hora, mas depois o tempo foi passando e parei pra refletir.

E eu venho aqui perguntar: Não seria hipocrisia dizer que gostamos de ouvir um NÃO?? !!!

Pessoas, ninguém gosta do não! Quem fala o contrário mente e mente pra si mesmo. Ouvir não é triste mesmo. E eu sou mulher pra dizer aqui que não gosto mesmo, não faço tipo!!! Digo o que sinto, mesmo que isso me traga alguns desafetos do sexo oposto

O que alguns não entendem é que não gostar é diferente de aceitar. Aceitar leva um tempo pra digerir, mas quando a digestão é bem feita o que resta é um belo cocô, desculpem o termo (rs), mas é a grande verdade. E deste, não rola mais nada, somente ir para o fundo do esgoto.

Como uma boa capricorniana, sou muito prática, ansiosa e gosto de resolver logo tudo. Não gosto de disse-me-disse, lenga-lenga, sou preto no branco, gosto de pessoas decididas que sabem o que querem e o que não querem. Esse papo de tempo prá mim só serve pro relógio.

Claro que sei que cada um tem o seu tempo, mas a diferença/problema está aí, o tempo do outro é diferente do meu. O meu tempo é exato, concreto, certo... e quando esse “tempo” passa a pessoa chega atrasada no meu tempo e, daí, dificilmente rola mais alguma coisa.

Então eu deixo aqui, nesse primeiro post, não uma afirmação e sim uma pergunta: Será que vale a pena gastarmos nosso tempo aguardando o tempo do outro?

É isso, pessoas!!! Acredito que não é saber ouvir um “não”, é apenas entender esse “não” e desistir.

O problema costuma ser geralmente esse, o outro não entende que SOU DE DEFINIÇÕES, mesmo que essa definição seja difícil, mas que seja AGORA.