domingo, 4 de outubro de 2009

QUE CHÁ DE PANELA QUE NADA. A ONDA AGORA É DESPEDIDA DE SOLTEIRA!!


Se há ainda homens que pensam que lugar de mulher é na cozinha, certamente eles estão no século errado, no mundo do faz de conta ou vivendo uma grande ilusão.

Sempre detestei chá de panela e, minhas amigas, irmãs e primas que me desculpem, mas só fui ao delas porque me vi literalmente obrigada. Aquelas brincadeiras imbecis, ultrapassadas, sem graça, sem “nada pra coisa nenhuma”, onde a noiva ganha presentes só para a cozinha, onde se vê fadada a terminar seus dias ali, fazendo comida. Nossa, me deprimem mesmo!!! Ainda por cima, a pessoa ficar toda rabiscada, suja e feia. Enfim, uma situação deprimente, que eu, particularmente, me recusaria a passar.

Só que essa visão machista sobre o casamento vem mudando, graças a Deus!! Hoje, casa-se pela felicidade, pelo amor, pelo momento e não pela obrigação de não ficar para a titia. Casa-se querendo ficar junto para sempre, mas se isso não acontecer não será o fim do mundo.

Com tantas mudanças na vida, no dia-a-dia, com a globalização, mulheres mais inteligentes, independentes e belas, os chás de panelas estão com os dias contados, fadados ao esquecimento ou a uma foto em um museu do passado.

Afinal, se homens tem direito a Despedida de Solteiro, as mulheres tem direito a Despedida de Solteira. Direitos iguais, está lá na constituição!!!

Na última sexta-feira, acabei indo parar em uma Despedida de Solteira da cunhada da amiga da minha amiga. É isso mesmo, existe penetra em despedida de solteira, acreditem: EU!!!

Foi uma noite muito engraçada, com direito há duas aparições na TV (uma na Rede TV que deve ir ao ar durante essa semana e a outra na Globo News, em uma chamada ao vivo), bebida, risada, mulher, muita mulher (rs), buque de plástico, Van, apito e um bando de outras quinquilharias.

O ponto de encontro e início da noite foi em um barzinho da Cobal do Leblon. Dali, seguimos em duas vans (entupidas de mulheres) com a noiva passando pelos bares da redondeza (Rota 66, Informal, etc). Paramos no Baixo Gávea, onde encontramos outra noiva (por coincidência) comemorando o mesmo motivo e depois seguimos em direção aos Bares Veloso e Devassa, também no Leblon, onde fomos literalmente barradas (rs). Era muita mulher para pouco espaço.

Depois que a noiva arrecadou uma boa grana (por isso existem tantos pedintes por aqui) e deu duas entrevistas, acabamos à noite em uma festa que já estava programada, onde encontramos com os maridos, namorados, etc, etc, etc. E a festa rolou até o amanhecer.

Foi muito divertido e super tranqüilo. Tive direito até a pegar o buque de plástico da noiva (mais um pra minha coleção).

Resumindo, a noiva não terminou a noite toda melecada de tinta e nem com cara de "Maria". Acabou dançando, se divertindo ao lado das amigas, penetras (rsrs), futuro marido e amigos.

Não teve palhaçada de homem fazendo stripe, brincadeiras sem noção e baixaria. O que rolou na noite foi só felicidade e confraternização com amigos.

E assim, depois de muita bebida o dia seguinte foi de ressaca, mas de ressaca de alegria.

Felicidades Maria Paula e Alexandre!!!


Não posso deixar de registrar aqui os meus parabéns ao Rio de Janeiro pela conquista da sede das Olimpíadas 2016.

Parabéns MEU RIO, parabéns Brasil!

Orgulho de ser Carioca, Orgulho de ser Brasileira.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

AMOR ESCONDIDO


Um Passado...

Uma menina, um desejo, um sentimento escondido, uma ausência, um bater forte de coração, mãos tremulas, uma voz rouca, um olhar tímido, um sorriso, uma música. Um menino lindo, o mais, o melhor, o tudo de bom..., um ciúme, uma vergonha, um erro, um suspiro,... A palavra nunca dita, o beijo nunca dado, ... O primeiro amor, o amor que não aconteceu, a primeira lágrima..., Um desencontro, uma perda...

Um Presente...

Uma mulher, uma descoberta, um reencontro, um sentimento, um desejo, uma conquista. Um lindo homem... Uma palavra, vários sorrisos, um encantamento, uma esperança, uma loucura, um medo, uma dúvida, um talvez, uma caminhada, uma espera..., dois corações.
“Quando se tem um amor escondido
Querendo aflorar
É se guardar um rio perdido
Que não encontra o mar
Mas brilha tanto cada sorriso
E brilha mais que o olhar
Quando o desejo é claro e preciso
Quem pode ocultar....”
(Fagner)

terça-feira, 15 de setembro de 2009

BOBAGENS NECESSÁRIAS


Na semana passada postei um texto aqui no blog que não gostei e decidi retirar.

Quando reli o que tinha escrito pensei: "Por que escrevi essa bobagem? Que ridícula que sou!!"

Esse meu pensamento me fez refletir como as bobagens são necessárias na vida, e quantas bobagens fazemos ao longo de nosso dia, sem nem ao menos perceber. Afinal, o que seria a nossa vida se só existissem os momentos de stress, trabalho, preocupação, etc, etc, etc?

Falar e fazer bobagens é essencial para se levar uma vida mais leve. Somente os carrancudos e infelizes acham que temos que levar tudo à sério demais o tempo todo.

A melhor fase da vida é aquela em que não nos preocupamos com nada, onde os nossos medos são bobos e cada erro pode ser perdoado pela imaturidade. A melhor fase da vida é a infância, a época das grandes bobagens.

É nosso dever, mesmo sendo adultos, não deixar morrer a criança que vive em cada um de nós. Só assim faremos os nossos dias mais felizes nesse mundo de doidos.

Fiz uma lista com 50 Bobagens Necessárias na minha vida e coloco aqui para vocês descobrirem o quanto adoro ser boba (em alguns momentos, claro!) e o quanto sou FELIZ por fazer essas grandes bobagens.
  1. Rir de mim mesma
  2. Dar uma boa gargalhada
  3. Ter crises de risos ao me lembrar de algo engraçado (sozinha e geralmente quando não devo)
  4. Desejar o supérfluo
  5. Conversar sobre novela, big brother ou algo do gênero
  6. Ler que Paulinho Vilhena estava na praia com a namorada (e daí?!!)
  7. Ver a foto das celulites da Juliana Paes
  8. Ficar em casa para assistir o último capítulo de Caminhos das Índias, não gostar do final e não acreditar que deixou de sair por causa disso.
  9. Achar a nova novela das 20h da Rede Globo uma boa droga e assistir mesmo assim.
  10. Desejar o Raj...rs
  11. Cantar sem querer as músicas idiotas do Latino, sem nem saber que sabia a letra
  12. Comer tudo aquilo que faz mal pacas, mas que também é gostoso PCT.
  13. Discutir futebol
  14. Ler estória em quadrinhos
  15. Dançar, dançar, dançar...
  16. Deitar no chão
  17. Tirar um bando de fotos e colocar no Orkut
  18. Sorrir apenas no momento do click
  19. Falar uma grande besteira sem pensar
  20. Comprar roupas tendo o armário cheio de outras que nem usei ainda
  21. Chupar bala
  22. Ficar o dia inteiro de preguiça
  23. Ter crises de mau humor na TPM
  24. Viajar com amigos e jogar um jogo de criança e ainda assim achar o máximo, só pelo prazer de voltar a ser criança por um dia
  25. Andar de montanha russa
  26. Ver um filme banal, sem muita profundidade
  27. Chorar vendo um filme romântico
  28. Sonhar acordada
  29. Comer algodão doce
  30. Comparar Todynho em caixinha, mesmo sabendo que saí mais caro
  31. Mandar um torpedo para alguém e se achar uma imbecil no momento seguinte
  32. Ficar de papo horas no MSN com alguém totalmente virtual
  33. Usar aquelas carinhas no MSN (que atrapalham pacas a leitura)
  34. Andar descalça
  35. Comer pipoca sozinha, sem dividir com ninguém.
  36. Contar os azulejos do banheiro e nunca decorar a quantidade (será que isso é normal?!! rs)
  37. Ler todos os dias os mesmos Outdoors do caminho de casa ao trabalho e vice-versa
  38. Ficar horas no telefone falando abobrinhas e só se dar conta disso quando chega a conta pra pagar
  39. Comentar quando acaba aquela propaganda ridícula e ficar com raiva do anunciante (como se adiantasse algo)
  40. Ir pelo menos uma vez na vida a uma Festa Ploc, cantar todas as músicas e ficar emocionada com a música do He-Man
  41. Descer as escadas correndo (uma das minhas prediletas!!)
  42. Adorar o tênis All Star
  43. Ir no casamento da amiga e lutar por aquele buquê que não serve absolutamente para nada (peguei uns 6 e continuo solteira...rs)
  44. Falar mal dos homens e adorá-los mesmo assim
  45. Cutucar uma amiga quando vê um espetáculo de homem passar
  46. Gritar quando vejo uma barata voadora e morrer de medo delas
  47. Adorar filmes infantis e se identificar com a Dori do filme Procurando Nemo
  48. Comer brigadeiro na panela (amooooo)
  49. Lamber a lata de leite-moça (amoooo 2)
  50. Dizer um grande palavrão...

O pior é que existem pessoas tão mal humoradas que não conseguem viver essas bobagens necessárias, não é mesmo?

E você, qual a sua ou as suas bobagens necessárias. Conta aí, vai!!!

Ou você faz parte do "Clube dos Mal-Humorados”?

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

VAI BATER O MARTELO?!!

“O termo julgamento geralmente se refere às avaliações consideradas de provas para a formação de uma decisão embasada.” Assim se designa a palavra Julgamento em algum dicionário.

Mas e nos dicionários da vida, o que é o julgamento? Como nos sentimos com o julgamento dos outros? Por que as pessoas usam de julgamentos ou de pré-julgamentos para falar ou pensar sobre alguém ou determinada coisa?

São muitas interrogações para infinitas afirmações, não é mesmo? Pois é...

É comum ouvirmos pessoas falando de nós, nos julgando, quando não conseguem se bastar, precisam dos acontecimentos da vida alheia para viver a própria vida, desgovernada e vazia...É comum pessoas falarem do que não sabem, do que não conhecem ou do que não tem capacidade para falar. Capacidade esta que não se adquire apenas com o OLHAR os fatos, mas com o SENTIR os fatos.

Quantas vezes em nossas vidas nos sentimos julgados, rotulados (odeio isso, muito mesmo!!! Talvez seja o meu único ódio, rótulos!) em determinadas situações?!!

Posso afirmar que das pessoas que conheci em minha vida, em minha trajetória, as que mais julgavam, as que mais se achavam, as que mais “sabiam”, não sabiam nada...

Lembro de uma certa pessoa que há uns anos atrás conheci,... uma pessoa que eu “julguei” como sendo um HOMEM experiente. Experiente, eu digo no sentido de vida, de conhecimento, de trajetória, de sucesso, de tudo. Isso, julguei como um TUDO e, na convivência (pouca que foi) eu percebi que o julguei assim pela aparência e não pelo conteúdo. No dia –a-dia, uma pessoa normal e que nivelava os outros por baixo. Horrível, não? Eu consegui julgar (a primeira vista) uma pessoa assim como um TUDO.

Alguns podem estar pensando que este post é um recado a alguém em especial, que este post é uma ofensa, mas não... esse post é apenas uma constatação.

Não quero aqui escrever sobre alguém, quero escrever sobre nós, sobre cada um no seu íntimo e no seu sentimento.

Quero escrever sobre julgamentos errados que fazemos a cada fração de segundos, apenas pela aparencia de algo ou pela percepção do que para nós é certo ou errado.

Já me senti em uma cadeira de réus algumas vezes e, talvez, tenha colocado alguém nessa mesma cadeira, outras vezes. E isso é muito ruim, pelo menos para mim, em ambos os lados.

Não espere dos outros o que não é capaz de dar, o que não é capaz de ser.... mas principalmente, o que não é capaz de sentir.
Não seja você a bater o martelo!!

“Eu sou do tamanho daquilo que SINTO, que VEJO e que FAÇO, não do tamanho que os outros me enxergam.” (Bob Marley)

domingo, 16 de agosto de 2009

O BATMAN DA MINHA VIDA




Domingo, 2 horas da manhã, deitada na cama vendo “Altas Horas”, maior silêncio, de repente,...uma sombra na frente da TV. O que era?!!!

Um MORCEGOOOO voando que nem um louco, rodando aos quatro cantos do meu quarto.

Fiquei parada, debaixo das cobertas, sem conseguir me mexer, sem conseguir sequer gritar.

Não era possível!!!! Mas era... ele estava ali e eu também. Os dois, o morcego e a Marcia no mesmo espaço, com alguns metros apenas nos separando...

Em frações de segundos tudo, tudo mesmo passou na minha cabeça: O que fazer para aquele bicho sair do meu quarto??!! Como ele entrou se a janela estava fechada??! Como vou dormir com ele aqui?

De repente, na escuridão: ele sumiu!!

Pensei: vou me mudar para o outro quarto, mas logo depois lembrei que ele poderia ter sumido para o outro quarto. Poderia estar no corredor. Se eu acendesse a luz ele ficaria mais louco, se eu deixasse apagada ele poderia vir em minha direção. Droga tinha que ter um homem aqui!!! Logo depois me lembrei que meu ex não matava nem barata, percebi que alguns homens não servem para nada.

Gostaria de entender porque os bichos me perseguem.

Mas, voltando ao bicho estranho. Acreditei que ele iria embora. Era só eu ficar quietinha. E foi o que eu fiz. Sai do meu quarto, fui para o outro correndo enrolada no edredom, fechei a porta e dormi em segundo. Se ele entrou, iria sair: certo???

Preferi pensar assim, pois desafiá-lo eu não iria nunca. Resolvi optar por acreditar que ele era apenas um bichinho inocente, perdido em uma casa estranha. Que ira encontrar a saída e que não viria na minha direção. Que ele era bonzinho, pois o Batman é bonzinho... Acho que ele acreditou nisso também, graças a Deus!!!

Descobri que sou uma mulher corajosa, mas não mato baratas. Nunca dormiria sem a ver mortinha e de pernas para o ar. Mas morcego não é barata, né?!

Afinal, não existe Homem-Barata, mas existe Homem-Morcego.

sábado, 8 de agosto de 2009

SAUDADES ETERNAS

Estava pensando em escrever falando sobre o Dia dos Pais, mas sem saber ao certo o quê. Até que me deparei, no Orkut de um amigo, com a seguinte frase:

“Pai neste dia rezo uma prece única tal qual você!!! Agradeço à Deus, em primeiro lugar, e a você. Minha eterna gratidão. Beijos de quem te ama!”

Ao ler essas lindas palavras que me fizeram chorar, confesso, me vi refletindo que, muitas vezes, só descobrimos o quanto nosso pai foi (ou é) importante em nossas vidas quando o perdemos ou quando, depois de muito tempo, percebemos que ser filho é tão importante quanto ser pai.

Ser filho é olhar para um pai não como aquele que nos cobra e que nos reprime. Ser filho é olhar para um pai como aquele que nos ensina a ser gente. Somente os grandes homens são capazes de educar e não só criar. Educar é impor limites, saber dizer não, mesmo com o coração apertado para dizer sim, mas sabendo que esse não é necessário.

Guardo do meu pai as lembranças mais simples, que o fazia único, que o fazia MEU PAI!

Lembro do barulho do balanço das chaves ao chegar em casa (ele sempre as balançava pra anunciar sua chegada); lembro da "incrível" Brasília vermelha, que ele amava; lembro dele arrumando suas meias na gaveta do quarto; lembro dele abrindo essa mesma gaveta para pegar um pequeno baralho para jogar paciência, todos os dias quando chegava do trabalho; lembro dele limpando seu carro todo fim de semana; lembro dele cuidando de seus inúmeros passarinhos com o maior carinho; lembro de irmos todo domingo ao jornaleiro comprar a revista da Turma da Mônica e da Luluzinha; lembro dele engraxando seus sapatos, pois tinham que estar sempre impecáveis; lembro do meu pai assim, pois é exatamente na simplicidade que se constrói um pai.

Pai, um abraço pelo Seu Dia já não posso dar, há muitos anos, mas saiba que sempre foi e é abraçado pelo meu coração e pelas minhas lembranças.

Saudades eternas...Te Amo!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

REFLEXÃO - Por Glorinha Mello


“Às vezes para sermos felizes é necessário abrirmos mão de outras coisas que nos fariam felizes. A conquista de algo melhor muitas vezes vem acompanhada de renúncia de algo muito bom. Muitas vezes, também, nos sentimos extremamente insatisfeitos com nossa atual situação e saímos em busca de algo novo, de mudanças,... que acreditamos que vão nos fazer mais felizes e, de repente, quando encontramos o tão sonhado "algo novo", descobrimos que ele nos traz muito mais problemas do que tínhamos antes e quando olhamos para trás descobrimos que éramos muito mais felizes. Então, me pergunto: QUAL O PREÇO PARA SERMOS FELIZES?”


Este texto é de uma amiga. Coloquei aqui para ajudarmos em sua reflexão. Que tal?